Fundamentação

Fundamentação 

Brasão: Escudo de vermelho, castelo de prata de três torres, representando as armas de Francisco Correia Herédia, Visconde da Ribeira Brava e uma das mais insignes figuras do seu tempo.

Á desta e a sinistra, seis estrelas de seis pontas, de prata, honraram seis personalidades que marcam de forma indelével a história da freguesia, da Madeira e País.

João Gonçalves Zarco -1º Capitão a desembarcar na região e a quem se atribui a denominação toponímica da Ribeira Brava.

Diogo de Teive – Fidalgo da casa d´el-rei, estabeleceu Morgado na Ribeira Brava, tendo-lhe o Infante D. Henrique dado mercê para construir em 1452 o primeiro engenho de água para fabrico de açúcar.

Diogo de Barros – Cavaleiro, natural da Ribeira Brava. Distinguiu-se no século XVI nas lutas contra os mouros, sobretudo em Azanor. Foi uma figura temida e respeitada pela sua bravura.

Pêro de Brito – Filho da Ribeira Brava, distinguiu-se no Norte de África, na defesa de Safim.

Padre Manuel Álvares – descendente de fundadores da Ribeira Brava, aqui nasceu em 1526, ingressando no Instituto da Companhia de Jesus por volta de 1546.

Foi um dos maiores latinistas do seu tempo.

A sua gramática de Língua Latina, foi utilizada durante mais de dois séculos, em quase toda a Europa e depois dos “Lusíadas” nenhuma outra obra de autor português, logrou ser tantas vezes traduzida e editada.

José Ferreira Pestana – Estadista, político e militar. As suas convicções políticas liberais causaram-lhe a perseguição dos absolutistas, deportação forçada para África e posterior fuga para o Brasil de onde regressa em 1834 para contribuir para o triunfo da causa liberal.

Lente de Matemática n Universidade de Coimbra, torna-se deputado e mais tarde ministro do Ultramar e da Marinha. Foi Governador-geral da índia, por duas vezes, Par do Reino e conselheiro de Estado.

Francisco Correia Herédia – Visconde da Ribeira Brava, foi destacado e activo militante do Partido Progressista e deputado em representação da Madeira na secção legislativa de 1897 – 1899, e Governador Civil dos distritos de Bragança, Beja e Lisboa.

            Com o triunfo da República acompanha a trajectória política do Dr. Afonso Costa de quem foi amigo e colaborador. Representou a Madeira nas Cortes, durante as legislaturas de 1911-1915 e 1915-1917.

            A este insigne político e benemérito se ficou devendo a elevação da Ribeira Brava a Concelho, dotando-o das necessárias infra-estruturas e lançando-o na via do desenvolvimento e do progresso.

                                                                                                        

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